Pra completar a série, mais quatro coisas que passaram despercebidas nos posts de 2011 por motivos diversos. No próximo post, voltamos à nossa programação costumeira com uma obra que mal posso esperar pra resenhar!
Ulysses – James Joyce
Podemos calcular o valor de uma obra puramente em sua capacidade de entreter e de causar reflexão ou devemos levar em conta o ambiente e o histórico da mesma? Devemos aplaudir de pé uma performance que não mais agrada o público apenas por sua participação no desenvolvimento do meio? Esse é o meu dilema com Ulysses.